Os profissionais da rede estadual de ensino de Minas Gerais aprovaram a deflagração de greve a partir do dia 4 de março. A decisão foi tomada em assembleia organizada pelo Sind-UTE/MG, que representa os trabalhadores da educação no estado.
De acordo com o sindicato, a paralisação ocorre após impasses nas negociações com o governo estadual. Entre as principais reivindicações estão a recomposição salarial, o cumprimento do piso nacional do magistério, melhorias nas condições de trabalho, nomeação de aprovados em concursos e investimentos na infraestrutura das escolas.
A entidade afirma que a categoria cobra valorização profissional e cumprimento de direitos previstos em lei. Já o governo do Estado sustenta que mantém diálogo com os representantes da educação e destaca limitações orçamentárias, além de medidas já adotadas para o setor.
Com a greve, escolas estaduais poderão ter aulas suspensas total ou parcialmente, a depender do nível de adesão em cada município. Pais e responsáveis devem acompanhar os comunicados das direções escolares para informações sobre o funcionamento das unidades.
O sindicato informou que novas assembleias poderão ser realizadas para avaliar o andamento do movimento e possíveis propostas apresentadas pelo governo. Enquanto isso, a paralisação deve impactar milhares de estudantes em todo o estado.


